segunda-feira, 26 de outubro de 2009
05:33 da manhã, algum dia de outubro de qualquer ano dessa década,na minha mente corre um pequeno riacho de decepções não que eu pense que é tarde demais não que a rua esteja muito escura é que eu sei que não terei a vida toda para se lamentar um dia é necessário recomeçar mas como farei isso se nem o dia do mês sei.
dizem que você nem pronuncia me "santo" nome que vive insatisfeito com o mundo encostado no seu hóspede privando os seus sentidos que buscam outros sorrisos imperfeitos como o meu, e tem uma vida boa em videos e poses nesse falso plano decrépto...
ontem conversavamos sobre catalapsia e o quanto as pessoas se chocam com aqueles que voltam a vida e morrem sufocados em seus jasidos enquanto me perdia pelo tempo pensava por um momento quando foi que morrestes? e se um dia acordarás de sua rara doença e como os outros perceber que é tarde e o funeral ficou para trás..... aquele que te prende é o seu caixão.
Voce pode me ouvir agora agora,eu achei um pequeno feiche de luz
sem pisar nessa nova grama e rodar em volta da mesa, caminhar pelo telhado esperando pela escada dos degraus pintados de lembranças sumindo caindo no pequeno riacho movendo antecipando decepando em um misto de sirenes abençoando o ato feito num astro imenso de pura loucura de mensagens ocultas e das doze horas de sono profundo tentado sonhar com alguém que no meu conceito nem está mais vivo mais ainda respira.
dizem que você nem pronuncia me "santo" nome que vive insatisfeito com o mundo encostado no seu hóspede privando os seus sentidos que buscam outros sorrisos imperfeitos como o meu, e tem uma vida boa em videos e poses nesse falso plano decrépto...
ontem conversavamos sobre catalapsia e o quanto as pessoas se chocam com aqueles que voltam a vida e morrem sufocados em seus jasidos enquanto me perdia pelo tempo pensava por um momento quando foi que morrestes? e se um dia acordarás de sua rara doença e como os outros perceber que é tarde e o funeral ficou para trás..... aquele que te prende é o seu caixão.
Voce pode me ouvir agora agora,eu achei um pequeno feiche de luz
sem pisar nessa nova grama e rodar em volta da mesa, caminhar pelo telhado esperando pela escada dos degraus pintados de lembranças sumindo caindo no pequeno riacho movendo antecipando decepando em um misto de sirenes abençoando o ato feito num astro imenso de pura loucura de mensagens ocultas e das doze horas de sono profundo tentado sonhar com alguém que no meu conceito nem está mais vivo mais ainda respira.
sábado, 19 de setembro de 2009
Passado Presente
Desse fardo amargo chamado maturidade todos nos questionamos serei eu capaz? nem tão capaz mas feliz? à tempo? para consertar as dezenas de erros de uma juventude irresponsável? serei eu negado a felicidade ou eu mesmo me neguei isso? Pode depender...mas o que eu mais quero é não depender... das opniões do clima do tempo da sua espera infinita.
O meu tempo o seu, o nosso, pode não haver pode perdurar? do que estou falando? sei lá tantas perguntas e nenhuma resposta tantas respostas e nenhuma mudança ou satisfação, a cada resposta uma nova angústia pois quando se chega a resultados se deve por em prática, e você parece não querer me ajudar o mundo parece não se importar em ajudar e alguns dizem que o universo conspira... do outro lado da rua pessoas falam do que sabem ou do que fingem saber, eu acho presunção de todos como se jogassem na minha cara alguma coisa que não sei bem o que é?! talvez uma vida ou a ausência de uma.
São todos os momentos vividos todas frutrações que hoje silênciam num tocar de piano baixo mostrando que ser sozinho enobrece e que ser nobre é ser suave e minusioso como valsar pelas ruas, e desinibir os olhares mais tensos é querer ser parte do sol e usar a sua luz a favor da sua ância em não morrer, não falecer, não perecer, não respirar não ter você.
Eu sei que cheguei numa parte da minha vida que parece não ter vida e sim só um amontoado de repetições todos os dias são iguais menos o vazio que se alastra em minha caixa toráxica como um clarão que não dói mais vegeta, inutiliza até que eu esqueça finalmente de quem sou ou do que fui....
Até não mais amar nada nem a ninguém
até não mais amar a mim mesmo.
um animal ferido, de cicatrizes por toda a carcaça, de um remorso incontrolável nos olhos cheios de d'agua, num suplico, num lamento por todo arrependimento acúmulado em sua pequena alma estraçalhada em minúsculos pedaços de cetim vermelho entre sangue e veneno... enquanto a valsa segue por vidas e outras vidas se arrastando pela eternidade bailando entre os pequenos pontos de luzes acima das estrelas.
Tão distante como eu me sinto agora de você,mas ainda posso sentir cada mecha de cabelo cada suspiro cada amanhecer.... depois de ter você e lhe perder nunca mais amanheceu.
O meu tempo o seu, o nosso, pode não haver pode perdurar? do que estou falando? sei lá tantas perguntas e nenhuma resposta tantas respostas e nenhuma mudança ou satisfação, a cada resposta uma nova angústia pois quando se chega a resultados se deve por em prática, e você parece não querer me ajudar o mundo parece não se importar em ajudar e alguns dizem que o universo conspira... do outro lado da rua pessoas falam do que sabem ou do que fingem saber, eu acho presunção de todos como se jogassem na minha cara alguma coisa que não sei bem o que é?! talvez uma vida ou a ausência de uma.
São todos os momentos vividos todas frutrações que hoje silênciam num tocar de piano baixo mostrando que ser sozinho enobrece e que ser nobre é ser suave e minusioso como valsar pelas ruas, e desinibir os olhares mais tensos é querer ser parte do sol e usar a sua luz a favor da sua ância em não morrer, não falecer, não perecer, não respirar não ter você.
Eu sei que cheguei numa parte da minha vida que parece não ter vida e sim só um amontoado de repetições todos os dias são iguais menos o vazio que se alastra em minha caixa toráxica como um clarão que não dói mais vegeta, inutiliza até que eu esqueça finalmente de quem sou ou do que fui....
Até não mais amar nada nem a ninguém
até não mais amar a mim mesmo.
um animal ferido, de cicatrizes por toda a carcaça, de um remorso incontrolável nos olhos cheios de d'agua, num suplico, num lamento por todo arrependimento acúmulado em sua pequena alma estraçalhada em minúsculos pedaços de cetim vermelho entre sangue e veneno... enquanto a valsa segue por vidas e outras vidas se arrastando pela eternidade bailando entre os pequenos pontos de luzes acima das estrelas.
Tão distante como eu me sinto agora de você,mas ainda posso sentir cada mecha de cabelo cada suspiro cada amanhecer.... depois de ter você e lhe perder nunca mais amanheceu.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Lua

me acorde no ponto mais alto do sol
abraça-me em busca da cura para que tudo se vá de uma vez
das lágrimas que caíram na calçada a natureza já levou
da leve sensação que será difícil, eu sei.
não temer é tolice e perder é necessário
chorar derrotas futuras não lhe fará vencer
é essa a menina que espera o futuro
engasgando o presente por anciar os próximos minutos
sei que pode ver além
mas não ve nossos mares de libertação
dos males que não voltarão
ficaram nossas cançoes e sorrisos pretenciosos juvenis
é essa a menina que aguarda os bons frutos
ela precisa se ausentar tirar o azul de suas veias
retornar para o seu caminho amar e amar...
pra você o horizonte à lhe esperar
das cores do seu cachecol em buchechas de maçãs
nesse indo e vindo constante
de escolhas de palavras tão singelas
para abraçar e ser abraçada como a onda que chega na praia calma sem se importar em ter que voltar
agora é mulher e nem notarás que as madeixas cresceram
mas o futuro é ali e não precisa ser complexo!
precisa ser vivido...
sãoasmudançasdasestaçõesmudançasdavidadahistóriadomundoemquevivemos
O amanhã não mais virá.
De repente como quem mal sente um pequeno raio de sol se foi, em um sono em sonhos de ninar,no poente a dor eminente traz perguntas na busca do sentido é quasi impossível negar o fato de que estamos sozinhos.
Atravessa correntes marinhas portais longínquos em uma linha quase real de desaparecimento,passam dias você esquece por segundos chora por anos e sempre lá estará a triste despedida precoce e amarga,você se encolhe na noite a cama aumenta conforme as dores de mil agulhas tentam de sufocar... Assim é o destino abusado insensato causa revolta machuca sua fé lhe faz não querer mais acordar,as mãos entrelaçadas por espinhos de um silêncio lípido dos olhos cheios de lágrimas e lástimas preenchidos pelo vazio.
Doce criança poupada desse plano de um mundo em branco só para nos ensinar...ensinar o amor nos mostrar que não há tempo para tolices,intrigas e desafeto corra para os braços que lhe acolham aqueça sua alma! tudo vai passar....
É PRECISO AMAR AS PESSOAS COMO SE NÃO HOUVESSE O AMANHÃ
POR QUE SE VOCÊ PARAR PARA PENSAR NA VERDADE NÃO HÁ
SOU UMA GOTA D'AGUA
SOU UM GRÃO DE AREIA.....
Atravessa correntes marinhas portais longínquos em uma linha quase real de desaparecimento,passam dias você esquece por segundos chora por anos e sempre lá estará a triste despedida precoce e amarga,você se encolhe na noite a cama aumenta conforme as dores de mil agulhas tentam de sufocar... Assim é o destino abusado insensato causa revolta machuca sua fé lhe faz não querer mais acordar,as mãos entrelaçadas por espinhos de um silêncio lípido dos olhos cheios de lágrimas e lástimas preenchidos pelo vazio.
Doce criança poupada desse plano de um mundo em branco só para nos ensinar...ensinar o amor nos mostrar que não há tempo para tolices,intrigas e desafeto corra para os braços que lhe acolham aqueça sua alma! tudo vai passar....
É PRECISO AMAR AS PESSOAS COMO SE NÃO HOUVESSE O AMANHÃ
POR QUE SE VOCÊ PARAR PARA PENSAR NA VERDADE NÃO HÁ
SOU UMA GOTA D'AGUA
SOU UM GRÃO DE AREIA.....
domingo, 6 de setembro de 2009
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